O Rio unido por um transporte seguro para todas

Queremos que cada viagem seja um espaço de respeito, onde o único destino seja a segurança. Porque quando uma mulher se sente segura para ir e vir, toda a cidade avança.

O Observatório Rio Ônibus com o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, por meio do Núcleo de Gênero (NUGEN/MPRJ), e com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Mulher e de Políticas Inclusivas, atuam juntos para combater o assédio e a violência de gênero no sistema de ônibus do município.

A parceria une o “Pacto Ninguém Se Cala”, implementado no Rio de Janeiro pelo MPRJ, e a campanha “Não é Não! Respeite a decisão”, conduzida pela Secretaria Estadual.

No Rio, a gente viaja com respeito. No Rio, ninguém se cala.

O que é assédio?

 

Queremos que cada viagem seja um espaço de respeito, onde o único destino seja a segurança. Porque quando uma mulher se sente segura para ir e vir, toda a cidade avança.

O Observatório Rio Ônibus com o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, por meio do Núcleo de Gênero (NUGEN/MPRJ), e com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Mulher e de Políticas Inclusivas, atuam juntos para combater o assédio e a violência de gênero no sistema de ônibus do município.

A parceria une o “Pacto Ninguém Se Cala”, implementado no Rio de Janeiro pelo MPRJ, e a campanha “Não é Não! Respeite a decisão”, conduzida pela Secretaria Estadual.

No Rio, a gente viaja com respeito. No Rio, ninguém se cala.

O que é importunação sexual?

 

É a prática de atos que violam a dignidade sexual da vítima, como toques ou outros comportamentos sem consentimento, com intenção de satisfação sexual. 

Não depende de relação de hierarquia entre agressor e vítima e pode ocorrer mesmo sem contato físico direto. 

Se a vítima tiver menos de 14 anos, a conduta é enquadrada como estupro de vulnerável.

O que pode ser considerado importunação sexual?

 

• Comentários sexuais
• Toques indevidos no corpo da vítima 
• Gestos obscenos ou lascivos
• Beijar à força 
• Filmar ou fotografar a vítima sem consentimento 
• Puxar, segurar
• Aproximação física excessiva, invasiva e lasciva (ex: cheirar o pescoço)
• Masturbação em público
• Exibição de genitais  
• Exibição de imagens de conteúdo sexual

Ligue

CANAIS DE
DENÚNCIA

Foi importunada ou presenciou uma agressão?
Informe imediatamente ao motorista ou profissional do terminal.
Eles estão treinados para ativar o protocolo de segurança e buscar auxílio imediato.

Ligue

190

Emergências

Em caso de emergência ou quando o agressor ainda estiver no local, ligue para a polícia no número 190. A ligação é gratuita e o serviço funciona 24 horas por dia. Uma viatura da Polícia Militar é enviada imediatamente até o local para o atendimento.

Ligue

180

Violência contra a mulher

A Central de Atendimento à Mulher – 180 presta uma escuta qualificadas às mulheres em situação de violência para receber orientação, acolhimento e informações sobre seus direitos. A ligação é gratuita e o serviço funciona 24 horas por dia.

Ligue

197

Violência Doméstica

Registre a ocorrência em uma delegacia de polícia, preferencialmente nas Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher – DEAM. Você também pode realizar a denúncia pela Central de Atendimento 197. A ligação é gratuita.

Ligue

1746

Assédio e agressão

A Central 1746 é um serviço da Prefeitura do Rio que recebe notificações de casos de assédio e agressões na cidade. Lique ou acesse o site do 1746 e notifique.

Ligue

21 2253-1177

Disque Denúncia

Se você presenciou ou foi vítima de um crime, denuncie de forma anônima e segura. Registre a ocorrência em uma delegacia de polícia ou entre em contato com o Disque Denúncia pelo telefone (21) 2253-1177. A ligação é sigilosa e pode ajudar a combater a criminalidade. Faça a sua parte!

Nenhuma forma de violência contra mulheres e meninas deve ser naturalizada. Não existe “paquera”, “brincadeira”, “elogio” ou “gesto sem importância”. Quando falta respeito e consentimento é assédio. Comentários, olhares invasivos, gestos obscenos e aproximações indesejadas também são formas de violência. Mudar essa realidade exige uma mudança de cultura. E toda mudança começa quando a sociedade decide que respeito não é opção: é regra.

VIOLÊNCIA
EM NÚMEROS

Insegurança e medo trazem prejuízos inestimáveis para toda a sociedade. Confira dados que mostram como a violência impacta na vida das mulheres.

MUDANÇA DE COMPORTAMENTO

0 %

das mulheres escolhem onde vão sentar no transporte coletivo para se proteger

(Fonte: Institutos Patrícia Galvão e Locomotiva - Vivências e demandas das mulheres por segurança no deslocamento, 2024)

TRANSPORTE
PÚBLICO

0 %

das mulheres já sofreram alguma situação de violência dentro do ônibus

(Fonte: Institutos Patrícia Galvão e Locomotiva - Vivências e demandas das mulheres por segurança no deslocamento, 2024)

MEDO NAS RUAS DO
RIO DE JANEIRO

0 %

Das mulheres afirmam já ter sofrido algum tipo de violência enquanto estavam se deslocando.

(Fonte: Institutos Patrícia Galvão e Locomotiva - Vivências e demandas das mulheres por segurança no deslocamento, 2024)

MEDO NAS RUAS DO BRASIL

0 %

das mulheres sentem medo de sofrer algum tipo de violência quando se deslocam. Assalto, sequestro, estupro e assédio são os principais temores

(Fonte: Institutos Patrícia Galvão e Locomotiva - Vivências e demandas das mulheres por segurança no deslocamento, 2024)

IMPORTUNAÇÃO SEXUAL

0 %

das mulheres têm muito medo de sofrer importunação ou assédio sexual

(Fonte: Instituto Patricia Galvão/Locomotiva - Vivências e demandas das mulheres por segurança no deslocamento, 2025)

FALTA DE REAÇÃO

0 %

das mulheres não reagiram quando sofreram alguma situação de violência

(Fonte: Institutos Patrícia Galvão e Locomotiva - Vivências e demandas das mulheres por segurança no deslocamento, 2024)
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